Como a Market4U utiliza a tecnologia na sua operação

Entenda a tecnologia por trás de um mercado autônomo

Inovar nem sempre significa criar algo totalmente diferente. Na grande maioria das vezes, é encontrar uma maneira de suprir uma dor do seu cliente. Em outras palavras, inovar pode ser uma mera consequência de ter um olhar apurado ao que acontece ao seu redor.

Eduardo Córdova e Sandro Wuicik, cofundadores do Market4U, têm esse olhar. Eles sabem unir oportunidade e tecnologia em prol do consumidor e do negócio. Confira abaixo um pouquinho da história dos sócios compartilhada em nosso podcast “Nos Corredores do Varejo”:

A ideia de milhões

Eduardo e Sandro são atletas com veia empreendedora. Juntos, criaram a Bike Station, uma startup de vending machines para ciclistas. O modelo inicial tinha algumas limitações e eles, então, recalcularam a rota. Migraram para o segmento de alimentação e decidiram criar um aplicativo, que foi a base do Market4U e que, ao mesmo tempo, garantiu a formação de uma base de dados de clientes sempre atualizada.  

O tempo passou e, em 2020, a pandemia levou as pessoas para dentro de casa. A rede de mercados autônomos, localizados em condomínios residenciais, explodiu.

E como funciona? O condomínio destina uma área para a instalação do minimercado. O morador faz o download do aplicativo do Market4U e se cadastra. Para comprar, ele pode escolher o produto via aplicativo ou diretamente nas gôndolas, fazendo a leitura do código de barras. E o pagamento é finalizado no próprio app. “No final do dia, a experiência é toda automatizada, sempre com fundamento na honestidade”, explica Eduardo.

Tecnologia aliada à jornada do consumidor

Para os jovens empreendedores, o grande diferencial deste modelo de mercado autônomo é a otimização e personalização da jornada de compra do consumidor. Com os dados coletados diariamente, é possível adequar o mix de produtos a cada loja, garantindo eficiência operacional. Além disso, com informações geolocalizadas sobre os hábitos de compras dos clientes, a rede consegue estabelecer uma excelente negociação com a indústria, garantindo preços mais atrativos para o consumidor final.

“A tecnologia traz uma experiência fluida para todos os envolvidos: o síndico, o operador e os moradores. Conseguimos melhorar algo que já fizemos e executar melhor do que os outros”, finaliza Sandro.

E você, está usando a tecnologia como aliada para entender o comportamento humano? Para saber mais sobre o assunto, ouça este episódio completo no Spotify “Nos Corredores do Varejo”.

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