A Fronte está completando um ano de vida! Para celebrar esse grande marco, batemos um papo com nossos sócios Juliana Piai, Edson Dias e Fabio Caldas. Confira!
QUAL A SUA FORMAÇÃO ACADÊMICA?
JP: Sou relações públicas, com especialização em marketing estratégico.
EDS: Sou formado em Tecnologia de Informação e pós-graduado em Análise de Sistemas.
FC: Propaganda e marketing, com especialização em marketing e mestrado em comunicação social.
FALE SOBRE A SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL ANTES DA FRONTE.
JP: Logo no início da faculdade me apaixonei por pesquisa de mercado, enquanto todos da sala torciam o nariz para a disciplina. No 2º ano comecei a estagiar no IPDM, com o professor Ruótolo, e confirmei que era isso o que eu queria para minha carreira. Alguns anos depois gerenciei a diretoria de pesquisa especializada em varejo do IBOPE.
EDS: Comecei a trabalhar com tecnologia em 2004 como estagiário no IPDM, lá fazia processamento estatístico, geoprocessamento, bancos de dados e dei meus primeiros passos no desenvolvimento de sistemas. Em 2010 comecei a trabalhar no desenvolvimento de ferramentas e no suporte de tecnologia para a equipe de varejo do IBOPE. Desenvolvi diversos sistemas de dados para o mercado (como Pyxis, Cadastro e Atlas de Shopping) e outros para agilizar e dar mais segurança à rotina de pesquisa da equipe. Mais recentemente passei a trabalhar com Drones, aliando esta tecnologia aos processos de pesquisa.
FC: Meu primeiro emprego foi na área do terceiro setor, na APAE de São Paulo. Foi uma oportunidade fantástica e aprendi muito nesse período. Depois fui para o interior de São Paulo trabalhar em uma pequena indústria de alimentos. Quando estava fazendo mestrado conheci o Professor Ruótolo, que me convidou para trabalhar no IBOPE. Lá fiquei por 10 anos até minha saída para fundar a Fronte.
DESCREVA-SE EM 3 PALAVRAS:
JP: Organizada, flexível e determinada.
EDS: Curioso, inovador e dedicado.
FC: Cuidadoso, estrategista e negociador.
COM O QUE VOCÊ TRABALHARIA SE NÃO FOSSE COM PESQUISA DE MERCADO?
JP: Nunca pensei muito nisso! Mas acho que eu seria uma boa chef de cozinha.
EDS: Em qualquer área onde a tecnologia possa ser inserida.
FC: Algo ligado ao esporte.
COMO SURGIU A IDEIA DE CRIAR A FRONTE?
JP: Nós começamos a pensar em empreender muito antes do nascimento da Fronte, quando nossa querida Márcia Sola plantou esta semente em nós. O mundo deu muitas voltas e, em 2020, quando a oportunidade bateu à porta, não pensamos duas vezes.
EDS: Sempre quis ter meu próprio negócio, mas a primeira conversa sobre empreender nessa área aconteceu em meados de 2017. A partir daí essa possibilidade sempre esteve na minha cabeça.
FC: A ideia já era ventilada entre nós há muitos anos, mas nunca acreditávamos ser o momento correto. A decisão do IBOPE de encerrar a nossa área foi o sinal que precisávamos. Percebemos que era a hora de partirmos para essa aventura, mesmo durante a maior crise vivida pelo mundo.
QUAL PROJETO MAIS TE MARCOU NESTE PRIMEIRO ANO DA FRONTE?
JP: Muitos projetos foram desafiadores e nos tiraram da zona de conforto. O mais marcante para mim foi a pesquisa: “Shopping centers e consumidores: sentimentos e percepções do presente e do futuro”, que apresentamos no 16º Congresso Internacional de Shopping Centers da ABRASCE. Foi um divisor de águas.
EDS: Um projeto que realizei em Recife, quando fui a campo para estudar a área de influência e utilizei o Drone para avaliar melhor a região. Enfrentei muitos desafios em relação ao clima do local: sol, chuva e muito vento. Uma imperícia na pilotagem poderia causar um acidente. Mas, ao final, entregamos um excelente trabalho ao nosso cliente.
FC: Para mim foram dois projetos: um da Aliansce Sonae e outro da LMS|TGI. Duas empresas muito parceiras que acreditaram na Fronte desde o primeiro dia.
COMO VOCÊ SE SENTE APÓS ESSE UM ANO DE OPERAÇÃO?
JP: Muito feliz. Este primeiro ano passou rápido e não tivemos dias ociosos, o que para mim é motivo de felicidade! Afinal, a empresa está ativa e cheia de planos.
EDS: Estamos no meio de uma pandemia e nossos resultados foram excelentes, por isso me sinto feliz. Este primeiro ano foi melhor do que eu esperava!
FC: Extremamente feliz com os resultados obtidos até aqui e com uma certeza enorme de que o futuro da Fronte será fantástico.
TEVE MEDO DE EMPREENDER?
JP: Sempre confiei muito nos meus sócios e nas relações que criamos ao longo do tempo. Não tive dúvidas de que o caminho naquele momento era empreender. Por isso, não tive medo.
EDS: O medo existiu, ainda mais num momento de pandemia, mas como diz o ditado: “Mar calmo nunca fez bom marinheiro”. Segui em frente, pois me sentia confiante e sabia que o Fabio e a Juliana eram os parceiros ideais para este projeto.
FC: Analisando as opções que tínhamos naquele momento, não existia muito espaço para medo. Mas a certeza de que estávamos no caminho certo veio com as conversas que tive com vários clientes e parceiros, que sempre nos incentivaram.
PARA SER UM BOM EMPRESÁRIO É PRECISO…
JP: Amar o que se faz e estudar muito para entender o negócio e as necessidades do cliente.
EDS: Ter confiança na sua ideia, planejar muito e saber lidar com os erros.
FC: Serenidade para passar pelos momentos de maior tensão e disposição para lidar com burocracias.
QUAIS DICAS VOCÊS DARIAM PARA QUEM QUER EMPREENDER?
JP, EDS e FC: Temos 3 dicas principais para quem quer empreender:
1) Esteja capacitado e conheça bem o seu negócio.
2) Tenha um planejamento financeiro para minimizar os riscos.
3) Cuide bem da sua reputação. Como diria Warren Buffet: “São necessários 20 anos para construir uma reputação e apenas cinco minutos para destruí-la.”.
POR FIM, QUAIS OS PLANOS PARA O FUTURO DA FRONTE?
JP, EDS e FC: Crescer de forma sustentável, mantendo a qualidade de vida que temos hoje. Vemos o mercado com boas perspectivas de crescimento e a pesquisa como uma ferramenta que sempre acompanha os negócios, por isso acreditamos no futuro da Fronte.
Gostou de conhecer mais sobre a trajetória de nossos sócios?